Qual a validade do capacete de segurança?
A lei não fixa um prazo para o capacete de obra: quem define a vida útil é o fabricante. Saiba ler a data gravada no casco, o que encurta a durabilidade e quando trocar casco ou carneira.
Ler artigoO capacete de segurança é o EPI que protege a cabeça contra a queda de objetos, batidas em estruturas e, nos modelos com classe elétrica, contra o contato com partes energizadas. A Casa do EPI vende capacetes de segurança e acessórios em Mossoró, com atendimento para empresas que equipam suas equipes e para o profissional que prefere comprar no balcão da loja, no Centro. Capacetes MSA fazem parte do catálogo.
O capacete entra em atividades com risco de impacto na cabeça: obras, montagem de estruturas, manutenção industrial, armazéns com prateleiras altas e trabalhos com eletricidade. Quem define a obrigatoriedade em cada função é a avaliação de riscos da empresa, registrada no PGR. Na construção civil, as regras do setor estão na NR-18, norma de segurança na construção.
A norma brasileira que trata do capacete de uso ocupacional é a ABNT NBR 8221. Na versão de 2019, a classificação passou a separar duas coisas: a região da cabeça protegida contra impacto (o tipo) e o nível de proteção elétrica (a classe).
| Classificação | O que indica |
|---|---|
| Tipo I | Proteção contra impacto no topo da cabeça |
| Tipo II | Proteção contra impacto no topo e nas laterais |
| Classe C | Sem proteção elétrica (condutivo); substitui a antiga classe A |
| Classe G | Uso geral, com proteção elétrica até 2.200 V |
| Classe E | Proteção elétrica até 20.000 V; substitui a antiga classe B |
Ainda circula a nomenclatura antiga, em que "tipo" indicava o formato da aba. Por isso, confira a marcação interna do casco e o CA do modelo. Para serviços elétricos, a classe precisa ser compatível com a tensão envolvida.
O formato da aba não muda a classe elétrica; ele muda o uso no dia a dia:
O casco sozinho não protege: quem absorve boa parte da energia do impacto é a carneira, a suspensão interna que mantém um espaço entre o casco e a cabeça. Ela pode ter ajuste por catraca, mais rápido e preciso, ou por pinos e furos. A testeira, faixa em contato com a testa, absorve o suor e pode ser trocada em muitos modelos.
A jugular é a tira que passa sob o queixo e impede que o capacete caia quando o trabalhador se abaixa, olha para cima ou enfrenta vento. Em serviços em altura, cobertos pela NR-35, ela é praticamente indispensável, porque um capacete que cai deixa de proteger e ainda vira objeto em queda.
Conte a atividade e se há risco elétrico, e a equipe sugere capacetes e acessórios disponíveis.
Consultar capacetes no WhatsAppMuitos capacetes têm fendas laterais que recebem acessórios. Os mais usados são o protetor auditivo tipo concha acoplável, que dispensa o arco sobre a cabeça, e o protetor facial acoplável, uma viseira presa ao capacete por um suporte. Cada um desses itens é um EPI com CA próprio, e o encaixe só funciona entre peças compatíveis, conforme o fabricante. O protetor facial costuma complementar, e não substituir, a proteção dos olhos; para esse ponto, veja a página de óculos de segurança. A disponibilidade de cada acessório se confirma no atendimento.
Não existe Norma Regulamentadora que defina a cor do capacete por função. O que se vê nas obras e indústrias é uma convenção interna: cada empresa escolhe um código para identificar à distância engenheiros, encarregados, eletricistas, visitantes ou terceirizados. Esse código muda de um lugar para outro, então vale seguir o que foi passado na integração.
Para empresas, o caminho mais prático é mandar pelo WhatsApp a atividade da equipe, se há exposição a eletricidade, a quantidade, as cores usadas e os acessórios desejados, como jugular ou concha acoplável. A equipe da Casa do EPI responde com as opções disponíveis e informa o número do CA de cada modelo, para conferência antes da compra.
Quem compra para uso próprio pode ir direto à loja. No balcão, dá para segurar o capacete, regular a carneira na própria cabeça e comparar aba frontal e aba total antes de decidir.
Os prazos de troca do casco e da carneira dependem do fabricante; explicamos esse assunto no artigo sobre validade do capacete de segurança. E, se você responde pela compra de EPIs na empresa, o texto sobre obrigações da empresa na NR-6 resume fornecimento, treinamento e registro.
As duas protegem contra impacto, mas o nível de proteção elétrica é diferente. Pela ABNT NBR 8221, a classe G protege até 2.200 V e a classe E, até 20.000 V. A escolha depende da tensão a que o trabalhador pode estar exposto, definida na análise de riscos.
Não necessariamente. A proteção contra impacto e a proteção elétrica vêm do tipo e da classe do capacete; a aba muda sombra, desvio de água e conforto. A aba total ajuda no trabalho ao ar livre, e a frontal costuma ser mais prática em montagem e espaços apertados.
Em muitos modelos, sim, desde que a jugular seja compatível com o encaixe daquele capacete. Informe a marca e o modelo do seu capacete no atendimento para a equipe verificar se há jugular compatível disponível.
Loja no Centro de Mossoró, com atendimento a empresas e venda no balcão. Mande a sua necessidade pelo WhatsApp ou passe na Rua Felipe Camarão.
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